As 50 melhores frases do seriado House M.D.

1. "Everybody Lies!" - "Todo mundo mente!" - House
2. "It´s not Lupus. It's never Lupus." - "Não é Lupus. Nunca é Lupus." - House
3. "Almost dying don't change anything. Dying changes everything!" - "Quase morrer não muda nada. morrer muda tudo!" - House
4. "We can live with dignity - we can't die with it". - "Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela." - House
5. "Well, like the philosopher Jagger once said, 'You can’t always get what you want.'" - "Como já disse o filósofo Jagger: "Você não pode ter sempre aquilo que quer." - House
6. "Being miserable doesn't make you better than anybody else, House. It just makes you miserable." - "Ser infeliz não o torna melhor do que ninguém, House. Apenas o faz infeliz." - Wilson
7. "No, if you talk to God you're religious. If God talks to you, you're psychotic." - "Não, se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico." - House
8. "People don´t change" - "As pessoas não mudam" - House
9. "It's a basic truth of the human condition that everybody lies. The only variable is about what."- "É uma verdade da condição de ser humanos que todos mentem. A única variável é sobre o quê." - House
10. "People lie for thousands of reasons. There's always a reason." - "As pessoas mentem por milhares de razões. Sempre existe uma razão." - House
11. "I'm going in. Rambo stile." - "Estou nessa. Estilo Rambo" - House
12. "Lies are like children. Hard work, but worth it because the future depends on it." - "Mentiras são como as crianças: apesar de incovenientes, o futuro depende delas." - House
13. "The treatments don't always work. Symptoms never lie." - "Os tratamentos nem sempre funcionam. Sintomas nunca mentem." - House
14. "You need a lawyer." - "Você precisa de um advogado." - Cuddy
15. "Read less, more TV!" - "Leia menos, mais TV' - House
16. "Is your yelling designed to scare me because I'm not sure what I'm supposed to be scared of. More yelling? That's not scary. That you're gonna hurt me? That's scary, but I'm pretty sure I can out run you." - "Você está gritando para me assustar? Porque eu não tenho certeza se isso é assustador. Mais gritos? Isso não é assustador. Você vai me machucar? Isso é assustador, mas eu tenho quase certeza que posso correr de você." - Cuddy
17. "House doesn't break rules, he ignores them!" - "House não quebra regras. Ele as ignora." - Foreman
18. "I like you better now that you're dying." - "Eu gosto mais de você agora que está morrendo" - House
19. "I respect things that earn respect. This decision, on the other hand, is a dog wearing a cape." - "Eu respeito coisas que merecem ser respeitadas. Essa decisão por outro lado, é como um cachorro usando uma capa." - House
20. "You can't control your emotions...just your actions." - Você não pode controlar suas emoções...apenas suas ações." - Cameron
21 - "The fact that I was wrong is NOT a proof of God." - "O fato deu ter errado não prova que Deus existe" - House
22. "No lesions, no aneurysms. Ironically, the mind of a killer looks completely normal." - "Sem lesões, sem aneurismas. Ironicamente, a mente de um assassino parece completamente normal." - Chase
23. "This is Dr. House. He's too brilliant for introductions." - "Esse é o Dr. House. Ele é muito brilhante para apresentações." - Thirteen
24 - "You gonna trust me? I lie about everything." - "Você vai acreditar em mim? Eu minto sobre tudo." - House
25 - "People act in their own self-interest. You're all here because you're all happy to be here. Or at least because this is your best option." - "Pessoas agem em benefício próprio. Vocês estão todos aqui porque vocês todos estão felizes por estarem aqui. Ou, pelo menos, porque essa é a melhor opção de vocês." - House
26 - "I went crazy, not stupid." - "Eu fiquei maluco, não estúpido." - House
27 - "Her lips say no, but her hormones say 'Oh my God, yes, more." - "Seus lábios dizem não, mas seus hormônios dizem 'Oh meu Deus,sim, continua" - House
28 - "I'm incapable of acting like a human being."- "Eu sou incapaz de agir como ser humano." - House
29 - "I'm the last person you'd ever come to for ethical advice, which means you've already asked every other person. No one's given you the answer you want." - "Eu sou a última pessoa que você procuraria por um conselho sobre ética,o que seguinifica que você jáperguntou a todas as outras pessoas. Ninguém lhe deu a resposta que você queria." - House
30 - "Another reason I don't like meeting patients. If they don't know what you look like, they can't yell at you."-"Uma outra razão para não gostar de conhecer os pacientes. Se eles não sabem quem você é, eles não podem gritar com você."- House
31 - "You know how some doctors have the Messiah complex - they need to save the world? You've got the Rubik's complex; you need to solve the puzzle." - "Você sabia que alguns médicos tem o complexo de Messias - eles precisam salvar o mundo? Você tem o complexo de Rubik, precisa solucionar o quebra-cabeça." - Wilson
32 - "We are who people think we are." - "Nós somos o que as pessoas acham que nós somos" - House
33 - "Hey, I can be a jerk to people I haven't slept with. I am that good." - "Hey, eu posso ser um idiota com pessoas que ainda não dormi. Eu sou realmente bom." - House
34 - "People choose the paths that grant them the greatest rewards for the least amount of effort." - "As pessoas escolhem os caminhos que as dão as maiores recompensas com o menor esforço." - House
35 - "Religion is not the opiate of the masses; religion is the placebo of the masses." - "Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela." - House
36 - "How come God gets credit whenever something good happens? Where was he when her heart stopped?" -"Como pode Deus levar os créditos quando algum coisa boa acontece? Onde ele estava quando o coração dela parou?" - House
37 - "I'm too handsome to do paperwork." - "Eu sou muito bonito para cuidar da papelada" - House
38 - "The weird thing about telling someone they're dying is it tends to focus their priorities. You find out what matters to them. What they're willing to die for. What they're willing to lie for." - "A parte estranha de dizer a alguém que ela está morrendo, é que a ela tende a focar em suas prioridades. Você descobre o que realmente importa para elas. Pelo quê elas estão dispostas a morrer. Pelô que elas estão dispostas a mentir." - House
39 - "Bizarre is good! Common has hundredsof explanations. Bizarre has hardly any." - "Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O Bizarro dificilmente tem alguma." - House
40 - "No, there is not a thin line between love and hate. There is, in fact, a Great Wall of China with armed sentries posted every twenty feet between love and hate." - "Não,não existe umalinha tênue entre o amore oódio. Na verdade, existe uma Muralha da China armada com soldados armados a cada 6 metros, entre o amor e o ódio." - House
41 - "I'm physically incapable of being polite." -"Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil/cortês." - House
42 - "You can have all the faith you want in spirits, and the afterlife, and heaven and hell, but when it comes to this world, don't be an idiot. Cause you can tell me you put your faith in God to put you through the day, but when it comes time to cross the road, I know you look both ways." - "Você pode ter a fé quer quiser em espíritos, em vida após a morte, no paraíso e no inferno, mas se tratando desse mundo, não seja idiota. Porque você pode me dizer que deposita sua fé em Deus para passar pelo dia, mas quando chega a hora de atravessar a rua, eu sei que você olha para os dois lados." - House
43 - "Anyone can hate humanity after being shot. It takes a big man to hate them beforehand." - "Qualquer um pode odiar a humanidade depois de levar um tiro. É necessário um grande homem para odiar antes disso." - House
44 - "Perseverance does not equal worthiness."- "Perserverança não é igual a merecimento" - House
45 - "Are you ... comparing me to God? I mean, that's great, but just so you know, I've never made a tree." - "Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore." - House
46 - "If we were to care about every person suffering on this planet, life would shut down." - "Se nós fossemos nos importar com todas as pessoas que estão sofrendo nesse planeta, a vida iria parar." - House
47 - Patient: "Are there other ways I could get pregnant? Like...sitting on a toilet seat?"
House: "Absolutely. There would need to be a guy sitting between you and a toilet seat, but yes, absolutely. I was doing so well..." -
Paciente: "Existe outros meios de engravidar? Como sentar no toilet?"
House: "Certamente. Só seria necessário um cara entre você e o toilet, mas,sim, certamente. Eu estava indo tão bem..."
48 - Nun :"Sister Augustine believes in things that aren't real."
House: "I thought that was a job requirement for you people."-
Freira: "Irmã Augustine acredita em coisas que não são reais"
House: "Eu achei que isso fosse pré-requisito para vocês."
49 - "Because, in HouseLand, and the rest of the universe by the way, when a question presents itself, it calls for an answer." - "Porque, na terra do House, e no resto do universo, quando aparece uma pergunta, ela pede por uma resposta." - House
50 - "Foreteen's right." - "Catorze está certo"- House (se referindo a união de Thirteen e Foreman)

Efeito Edward (Twilight/Crepúsculo)

Um cara normal diria: “Eu te amo, amor!”
Edward Cullen diria: “Você é minha vida agora.”

Um cara normal diria: “Eu acho que estou me apaixonando por você.”
Edward Cullen diria: “O leão se apaixonou pelo cordeiro.”

Um cara normal diria: “Seu cabelo parece uma palha; vá escovar isso!”
Edward Cullen diria: “Seu cabelo parece uma palha mas eu gosto.”

Um cara normal escolheria uma música aleatória de um artista qualquer e dedicaria a você.
Edward Cullen cantaria para você uma música que ele escreveu para você enquanto toca piano.

Se você morrer, um cara normal encontraria outra.
Se você morrer, Edward se mataria porque a vida sem você não vale a pena ser vivida.

Quando você saísse de casa, um cara normal diria: “Tchau, até mais!”
Quando você saísse de casa, Edward Cullen diria: “Volte para mim, amor.”

Quando você voltasse para casa, um cara normal estaria assistindo TV e nem notaria.
Quando você voltasse para casa, Edward Cullen estaria te recebendo com uma música no piano só para você.

Um cara normal esperaria que você fizesse o café da manhã dele.
Edward Cullen te faria café da manhã todos os dias.

Quando vocês dois saíssem para jantar fora, um cara normal não tiraria os olhos da garçonete sexy.
Edward Cullen nem notaria que a garçonete era uma mulher.

Um cara normal, enquanto dirige, manteria uma mão no volante e a outra no rádio.
Edward Cullen, enquanto dirige, manteria uma mão no volante e a outra segurando a sua.

Quando estivessem longe um do outro, um cara normal diria: “Sinto sua falta.”
Quando estivessem longe um do outro, Edward Cullen diria: “É como se você tivesse levado metade de mim com você.”

Um cara normal nem se importaria ou perceberia se você tivesse pesadelos.
Edward Cullen cantaria até que os seus pesadelos fossem embora.

Um cara normal compraria flores e chocolates para você.
Edward Cullen compraria um carro para você.

Fonte: Crepúsculo - Twilight Série.

Clichês

1. Síndrome da trama amorosa ou síndrome de Marmalade Boy: Quando uma garota que está apaixonada por um rapaz, mesmo sabendo que ele está com outra, encontra um garoto que gosta da tal "outra". Eles então forjam um falso namoro para causar ciúmes e desmanchar o casalzinho feliz. Às vezes dá certo, às vezes não. Costuma aparecer muito em histórias onde imperam "polígonos amorosos".

2. Síndrome da identidade secreta: Por mais óbvia que seja, a identidade secreta de uma heroína é mantida a unhas e dentes na base do "Não... É óbvio demais para ser verdade" ou do "Ela? Uma heroína? Até parece...".

3. Síndrome do amor duplo: A personagem ama seu defensor sem saber que ele é o chato que vive lhe incomodando ou do qual ela vive debochando. De repente, quando ela começa a gostar do tal chato... puf! A identidade dele se revela. Alguém aqui percebe alguma semelhança entre Sailor Moon e Lois Lane? ^_^ Em alguns casos, pode até acontecer o contrário: o rapaz ama a heroína dos seus sonhos sem saber que encontra com ela todo dia...

4. Síndrome do polígono amoroso: Esta é uma velha conhecida: Fulano gosta da Fulana, que é paquerada pelo Cicrano, que é disputado pela Cicrana e pela Beltrana, sendo que a última vive recebendo indiretas do...

5. Síndrome da pequena ciumenta: Sempre tem uma menina miudinha e ciumenta, geralmente muuuito manhosa (leia-se GRUDENTA) que atrapalha o romance entre a protagonista e o herói, ou entre o protagonista e a mocinha. Se ambos vêm de mundos diferentes, pior ainda.

6. Síndrome do mascote espacial: Poderes especiais são recebidos de um animal falante vindo do espaço. Geralmente este torna-se o mascote da família ou vive escondido. Costuma dar muitas ordens.

7. Síndrome dos óculos nerd: O personagem mais nerd do grupo usa aqueles óculos que ficam girando. Sempre que tal personagem fala algo que parece inteligente, dá aquela ajeitadinha nos óculos como se dissesse: "O que eu digo é infalível.".

8. Síndrome do casal perfeito: O mocinho fica com a mocinha no final. Dã...

9. Síndrome da família feliz: A família padrão é composta por quatro integrantes: a irmã mais velha (que geralmente é a mais importante na história), o irmão menor chatinho, a mãe dona-de-casa e o pai que está sempre trabalhando. Se a garota tem uma identidade secreta, provavelmente o pai é jornalista ou paparazzi, só para atrapalhar.

10. Síndrome da desconfiança romântica: O casal parece perceber que está sendo observado por milhares e milhares de espectadores e se contém ou se esconde na hora do beijo, mesmo que os dois estejam completamente a sós. Altamente revoltante, especialmente entre os fãs ávidos de histórias românticas e/ou shoujo...

11. Síndrome do bishounen obrigatório: Todo anime tem pelo menos um bishounen. Se não tem, é exceção.

12. Síndrome da sintonia romântica: Um rapaz apaixonado sempre sente quando sua amada está em perigo e vice-versa, mesmo que os dois nunca tenham se "confessado" um para o outro.

13. Síndrome do coração dividido: Existe pelo menos uma garota em dúvida sobre o amor de dois (ou mais) homens ou vice-versa.

14. Síndrome do grand-finale: O vilão principal só se põe na batalha perto do episódio final, quando todos os seus subordinados morreram ou passaram para o lado dos mocinhos. Antes disso ele nunca faz nada ao vivo e sempre subestima a força de seus inimigos.

15. Síndrome do flashback infinito: O personagem pode ter um flashback de meio episódio enquanto conta a todos a história de sua vida que o inimigo não vai mover um músculo durante a narração.

16. Síndrome da transformação segura: Durante a transformação de alguém, ninguém ataca. O mesmo vale para AQUELA magia ou ataque especial, bem como para o ato de vestir uma armadura mística e coisas assim.

17. Síndrome do verão permanente: Por mais que se esteja em pleno inverno e a neve caia sem parar, sempre tem pelo menos uma perua, em roupas minúsculas, que não sente um mínimo de frio. O mesmo vale para as garotas adolescentes, que podem estar usando um monte de casacos e, mesmo assim, continuam de minissaia...

18. Síndrome da revolta real: A princesa da história renega as obrigações e imposições trazidas por sua posição. É normal bancar a plebéia ou a revolucionária (ou os dois). Diz não aos trajes e comportamentos tradicionais e acaba se juntando ao grupo de heróis em suas aventuras.

19. Síndrome da menção honrosa: A maioria dos animes mais recentes apresentam pelo menos uma cena, fala ou personagem que lembra ou homenageia um anime de sucesso.

20. Síndrome do enviado do futuro: Um enviado de um futuro caótico chega ao presente para alertar os heróis sobre o provável destino do planeta e como tal destino pode ser evitado. Com muita freqüencia, o enviado possui alguma relação de parentesco com um dos heróis.

21. Síndrome da duplicata: Existe um clone malígno do protagonista, um robô malígno com sua aparência, um lado negro ou um impostor que cria má fama para o heroí fazendo coisas más usando o seu nome. O tal duplo sempre acaba vencido ou neutralizado (de preferência neutralizado a sete palmos debaixo da terra...).

22. Síndrome do sacrifício: Em um grupo de guerreiros (as), os personagens vão ficando para trás um por um para cobrir a retaguarda dos demais, até que só sobra o líder. Este será o único a alcançar o grande inimigo; o restante ficará ocupado combatendo outros inimigos menores. Algumas vezes aqueles que ficaram para trás acabam mortos, sobrando apenas o personagem principal.

23. Síndrome do vai e volta: A maioria dos aliados do protagonista que são mortos em batalha voltam à vida de alguma maneira se sua presença for importante na trama. No caso do próprio protagonista ser morto, as chances dele voltar sobem para 99,99999% ...

24. Síndrome da Fonte Eterna: Um ou mais heróis passam por um teste de consciência onde deparam-se consigo mesmos e com o que mais amam, sendo que estes os atacam. Neste caso, apenas quando percebem que aqueles que amam jamais os machucariam, e que diante deles estão cópias, é que vencem a batalha. Às vezes, podem surgir seqüelas emocionais desse episódio.

25. Síndrome do laquê mágico: Tem sempre um personagem com o cabelo completamente em pé. E, mais incrível, ele não usa nada no cabelo para mantê-lo assim. Apesar de desafiar toda e qualquer lei da Física, o cabelo balança facilmente ao vento.

26. Síndrome das falas vilanescas: Quando o(s) herói(s) encontram o grande-e-todo-poderoso vilão malígno, eles escutam pelo menos uma das seguintes frases (ou variações):
a. "Parabéns por conseguirem chegar até aqui. Mas este é o mais longe que irão."
b. "Eu os estava esperando."
c. "Eu os subestimei. Não pensei que chegariam tão longe."
d. "Maldição! Vocês desafiaram meus poderes. É chegada a hora da sua morte!"
e. "Você é forte demais para ser morto. Não quer se juntar a mim? Juntos dominaremos o mundo."

27. Síndrome da lavagem cerebral: Um dos mocinhos (geralmente o amor da vida da protagonista) sofre lavagem cerebral e se volta contra a heroína. Ela se nega a atacar, mas tem que fazê-lo. Nesses casos, só o poder do amor é capaz de trazê-lo de volta...

28. Síndrome do "com jeitinho tudo dá": Quando é dito que algo é impossível ou irreversível, sempre existe um jeito, geralmente inesperado, de fazer com que tudo dê certo.

29. Síndrome do "quebra-feitiço": Qualquer encantamento, lavagem cerebral ou outro efeito qualquer, seja ele de origem mágica ou científica, pode ser quebrado com um suave e apaixonado beijo na boca (UAU! ^_^). O beijo fica sendo a cena principal do episódio e põe todos os fãs a suspirar (de alívio, de emoção, de "até que enfim", tanto faz...).

30. Síndrome do vilão "secretária eletrônica": Sempre existe aquele vilão que, quando é encontrado, foge deixando para trás um de seus subordinados ou uma de suas criaturas monstruosas para lutar com os heróis. No fundo, age como se dissesse: "Agora não tenho tempo para lutar com vocês. Podem deixar seu recado com meu monstro aqui."

31. Síndrome do arrependido: Um dos subordinados do vilão costuma perceber seus erros e redimir-se, passando a lutar ao lado dos heróis. Pode, ainda, dar sua vida em batalha para se redimir de seus erros ou ser morto pelo vilão por tê-lo traído.

32. Síndrome da "magical girl": Uma garota um pouco tolinha, atrapalhada e que vai mal no colégio recebe poderes para se tornar guerreira e lutar contra o mal ou cumprir uma missão especial, que geralmente tem a ver com o destino do mundo. (Enviada por Alisia).

33. Síndrome da provação: O herói tem que passar por uma provação onde luta consigo mesmo e seus conflitos interiores. Geralmente acaba bem, mas pode deixar rastros como arrependimentos ou frustrações.

34. Síndrome do guarda-chuva rochoso: No meio de uma tempestade, sempre tem uma rocha curva por perto debaixo da qual pode-se ficar para proteger-se da chuva.

35. Síndrome dos domínios medievais: Quando uma nação é regida por pessoas, digamos, com más intenções, esta nação é um Império; se está do lado do Bem, a nação é um Reino. O mesmo se aplica aos governantes: o Imperador é malígno e o Rei é bondoso (ou pelo menos não sai por aí querendo conquistar o mundo).

36. Síndrome da falta de hereditariedade: Não importa se seu pai tem cabelo preto e sua mãe tem cabelos azuis ou cor-de-rosa. Se você nasceu loiro, não quer dizer que você seja adotado. Isso é normal!

37. Sindrome da sabedoria pervertida: Grande parte das séries têm um velhinho ou velhinha importante. Este pode até ser um sábio e conselheiro ancião, mas na maioria das vezes trata-se de um perfeito tarado aproveitador! (Enviada por Alisia).

38. Síndrome da casa do cupido: Muitos lugares exóticos costumam originar romances. Alguns dos mais comuns são:

a. Debaixo de um guarda-chuva: A garota dá carona para o garoto em seu guarda-chuva ou vice-versa. Como costuma estar chovendo forte e o guarda-chuva costuma ser pequeno, os dois acabam chegando bem perto um do outro para não se molharem... e acabam mais aquecidos do que esperavam...

b. Enfermaria: Cada vez mais freqüente. Quando alguém está ferido ou adoentado, é levado para uma cama de hospital, enfermaria ou similar. E lá, sempre recebe a visita de uma certa pessoa. Durante a conversa, sempre aparecem declarações de amor, beijinhos no rosto (ou não! ^_-) ou um abraço sincero. Outras variantes também são possíveis: se o personagem fica cego, vai querer tocar a pessoa com quem fala, que se for uma menina vai ficar vermelhinha. Além do mais, um mero desequilíbrio nos seus pés pode, acidentalmente, colocar você nos braços daquele que você sempre quis...

c. Elevador: Um casal em potencial se encontra dentro do elevador, fazendo o "percurso" junto (e a sós). Muita coisa interessante pode ser dita no caminho. Os dois podem ter ainda mais tempo se o elevador endoidar ou quebrar. Aí sim, finalmente, as cenas mais românticas costumam começar de verdade.

d. Roda gigante: Nenhum casal pode ir a um parque de diversões sem embarcar a sós na roda gigante, por escolha própria ou armação de algum amigo. É uma situação perfeita para declarações de amor, pedidos de desculpas, ou até mesmo para um beijo roubado.

e. Bote em alto-mar: Isolados de tudo, longe da praia e perfeitamente a sós. Esta é a situação proporcionada por um passeio de bote. Os rapazes costumam levar as garotas para passear (ou vice-versa, às vezes), já pensando no que dirão ou farão no momento certo. Seria a ocasião perfeita para uma declaração de amor ou até mesmo para um belo beijo, se esse tipo de passeio não costumasse acabar com o bote virando, o rapaz quase se afogando e a garota tendo que bancar a salva-vidas.

f. Festival: Se as festas são ótimos lugares para encontros especiais, festivais estão entre os favoritos. Sob a luz do luar, e diante de luzes coloridas, muitos sorrisos podem ser trocados. A área livre dos festivais também surpreende: sempre haverá um cantinho sossegado e romântico esperando por um casal e uma declaração de amor...

39. Síndrome da cicatriz: Cicatriz no rosto virou símbolo de status. A mais tradicional é a em forma de X no lado esquerdo do rosto. O interessante é que, mesmo com uma cicatriz enorme no rosto, os rapazes continuam galãs.

40. Síndrome do encontro inesperado: Cena clássica, na qual a pessoa avança, em câmera lenta, quase flutuando, em direção à pessoa amada, que é prisioneira e geralmente está amarrada. Quando daria-se o encontro dos dois (e um possível abraço), algo interrompe a cena.

41. Síndrome do toque musical: Todo sinal de colégio compõe-se da mesma musiquinha. Ouvindo um, você conhece todos.

42. Síndrome dos sete: Sete é um número quase obrigatório em qualquer trama: sete cristais, sete sábios, sete símbolos, sete poderes, sete inimigos...

43. Sindrome de Alcion: Quando alguém que sempre foi bom serve ao vilão por amor, embora nem sempre esse amor seja correspondido. Está se tornando cada vez mais comum. Tem esse nome em homenagem à "coitada" da feiticeira de Zefir que passou por isso...

44. Síndrome da "tomboy": É normal todo anime ter uma garota mais independente, moleca e agressiva que as demais. Se gosta de alguém, uma garota desse tipo sempre será a primeira a negar logo de cara, mesmo sabendo, lá no fundo, que está se enganando.

45. Síndrome da morte paciente: Em animes, uma pessoa que está agonizando sempre sobreviverá o suficiente para dizer suas últimas palavras a alguém.

46. Síndrome da persistência inútil: Aquele subordinado chato do grande vilão tenta, tenta, mas nunca consegue vencer os heróis. Nem ser morto pelos heróis ele consegue! Mas ele sempre volta e tenta de novo, em vão. Esse tipo de teimoso, geralmente, acaba morrendo só no finalzinho, seja pelas mãos dos heróis ou do próprio mestre.

47. Síndrome do traje de guerra: A maioria dos personagens de anime que seguem em uma jornada estão SEMPRE com a mesma roupa, ainda que se passem meses e meses. (Enviada por Wizz).

48. Síndrome do céu nublado: Enquanto o mau impera, ou durante a batalha final, o céu fica nublado e tenebroso. Relâmpagos ocasionais costumam completar a cena, até que o inimigo final seja vencido ou a missão final seja completa. Nesse momento, o céu sempre começa a abrir, e vários feixes de luz começam a passar pelas nuvens.

49. Síndrome do repelente: O protagonista masculino, especialmente nos animes shounen, tende a viver cercado de mulheres bonitas e interessantes, mas raramente escolhe uma.

50. Síndrome do saco de pancadas: Sempre tem alguém na história que vive dando vexame, destinado a pagar o pato todas as vezes e apanhar, mas apanhar muito por causa dos outros. Outras vezes, o personagem apanha por merecer - em resumo, é um CHATO...

51. Síndrome do cansaço: Assim que o herói dispara seu último ataque e fulmina com seu inimigo, pode esperar: ele vai cair exausto. É difícil alguém durar de pé depois de uma luta importante, mesmo porque todo herói de anime apanha feito um condenado antes de vencer.

52. Síndrome do episódio 8: Estranhamente comum. Um personagem novo, de preferência importante na história, faz sua estréia no oitavo episódio de uma série de anime. Pode-se citar como exemplos a Amy em Sailor Moon, a Asuka em Evangelion e o Syaoran em Cardcaptor Sakura: todos começaram a atuar na história a partir do episódio 8.

53. Síndrome da "morte chuvosa": Sempre que alguém importante para o mocinho (ou mocinha) morre, depois de falar suas últimas palavras, geralmente ocorrem os seguintes fatos:
a. O mocinho (ou mocinha) grita o nome da vítima bem alto, ou grita o tradicional "Nãããão!!!", o que se segue por um certo acesso de choro;
b. Geralmente começa a chover, e o(a) mocinho(a) fica um longo tempo agarrado(a) ao rosto da vítima;
c. Nunca se sabe o que foi feito do corpo após a cena...
(Enviada por "Makoto Belldandy" e "Honjou Kamatari").

54. Síndrome do vilão bonitão apaixonado: Geralmente, nos shoujo com guerreiras de uniforme, tem sempre um vilão bonitão ou vilã bonitona que derrete meio público e ama a protagonista ou seu namorado. (Enviada por "Makoto Belldandy" e "Honjou Kamatari").

55. Síndrome do casal não-convencional: Geralmente os mangás e animes do gênero shoujo (ou não...) mostram relacionamentos... hã... meio diferentes. Pode-se citar El Hazard, Sailor Moon e praticamente tudo do CLAMP, só para começo. (Enviada por "Makoto Belldandy" e "Honjou Kamatari").

56. Síndrome da "época das cerejeiras": Quase todo anime/mangá possui uma ocasião em que os mocinhos ou as mocinhas reúnem-se com outros amigos para irem ao parque na época das cerejeiras, e sentam sob uma bem bonita para tomar seu lanchinho sobre uma toalha xadrez vermelha e branca. Infelizmente, o momento costuma ser imterrompido por certos imprevistos... (Enviada por "Makoto Belldandy" e "Honjou Kamatari").

57. Síndrome da montanha nevada: A maioria dos animes que mostram o cotidiano das pessoas (especialmente os shoujo) tem um episódio que se passa em uma montanha nevada, onde o núcleo principal de personagens vai passar as férias ou fazer uma excursão escolar. Geralmente, nesse grupo, sempre tem alguém que esquia muito bem - e alguém que esquia muito mal...

58. Síndrome do último nome: Sempre que um personagem estiver se lembrando ou chamando, em seqüência, por diversas pessoas, o último nome, na ordem, será o da pessoa mais importante, seja essa pessoa o pior dos inimigos, seu melhor amigo, um parente próximo ou o amor de sua vida.

59. Síndrome do tomba-dama: A melhor maneira de nocautear uma mulher em um momento crítico, mesmo sem querer seu mal, é dar-lhe um belo soco no estômago. Interessante, mas é raríssimo uma garota de anime suportar um soco no estômago e permanecer consciente.

60. Síndrome do platonismo animal: É algo muito comum ver um mascote, geralmente macho, dotado de inteligência (os "mascotes espaciais", por exemplo, que falam e pensam como gente), se apaixonando pela dona. É um amor geralmente platônico, já que os coitados têm que agüentar as meninas falando dos rapazes que gostam o tempo todo. Uma verdadeira provação.

61. Síndrome do belo tapa: Um tapa na cara é uma atitude extrema, mas muito comum nos animes. Não precisa ser aplicado apenas quando alguém é detestável. Pode ter mais efeito moral do que físico, fazendo alguém (até um amigo) se acalmar ou refletir melhor sobre um assunto. Dependendo da situação, a pessoa que levou o tapa pode até se apaixonar por quem bateu, de tão marcante que a situação se torna na mente de alguém...

62. Síndrome da verdadeira forma: Todo mega-vilão costuma ter uma, a qual ele só revela nos últimos momentos da batalha final. Isso é uma tendência muito antiga, tanto nos animes quanto em qualquer obra com um toque mínimo de ficção fantástica. Uma variação mais recente, no entanto, é ter várias formas antes da verdadeira...

63. Síndrome da garotinha defendida: Todo anime que se preze tem uma garotinha que os heróis protegem com a vida e que, no final, acaba se apaixonando pelo líder dos heróis. (Enviada por Silverwolf).

64. Síndrome do pendante mágico: Muitos animes, espcialmente de magia, depositam o motivo de seus conflitos em uma simples jóia. Os pendantes (ou pingentes, como preferir) parecem ser os favoritos. Então, quando alguma história dá destaque demais a algum pendante, aí tem coisa...

65. Síndrome de Van Fanel: Tem sempre aquele personagem que, durante um evento-chave da história, está no lugar errado, na hora errada, para ver a coisa errada. O nome homenageia uma das vítimas desse sofrido costume, que sempre o leva a ver o que não devia...

66. Síndrome do tapa-sexo: Recentemente, vem-se tornando comum a piada visual na qual um personagem masculino, geralmente adolescente, aparece nu, com as "partes baixas" cobertas apenas por um pequeno detalhe do cenário. A cena costuma acabar com o personagem totalmente constrangido. E não é para menos.

67. Síndrome da trama sobre trilhos: Sempre que os personagens principais tomam um trem ou transporte similar, há nele um ou mais "elementos" perigosos com planos criminosos e às vezes até assassinos. E, claro, os mocinhos estarão ali, convenientemente, para impedir.

68. Síndrome do ombro na mira: Em qualquer história que se preze, um dos heróis fica ferido em um dos ombros. Às vezes, sob ataque, saem ilesos, exceto pelo famigerado machucado no ombro. Pode ser, inclusive, uma forma de identificar alguém...

69. Síndrome da construção em ruínas: Presente em qualquer mídia, em qualquer lugar, em todas as histórias onde cabe sua presença. Todo vilão reside ou permanece em um grande castelo ou fortaleza, onde ele dá ordens e aguarda pacientemente a chegada dos heróis. Não se sabe bem por que, mas quase sempre, basta o vilão ser derrotado para tudo vir abaixo. E nem precisa ser um castelo mágico para isso.

70. Síndrome do coração aliado: Várias conquistas realizadas por heróis estão intimamente ligadas àqueles que eles mais amam. A regra serve também, e principalmente, para as heroínas. É só fazer algo pensando em quem está em seu coração, que novos poderes sempre virão para você.

71. Síndrome de Miaka: Uma determinada garota da história está constantemente sendo vítima de tentativas de estupro. Felizmente, para ela, sempre chega alguém na hora certa para ajudá-la. As vítimas, por incrível que pareça, não costumam estar entre as garotas fisicamente mais atraentes, mas conseguem chamar a atenção de qualquer arruaceiro que esteja por perto. A síndrome recebe o nome de um clássico exemplo vivo da situação.

72. Síndrome do mau conselheiro: Se o rei, líder, chefe ou similar da história viver acompanhado de um conselheiro, chanceler, primeiro-ministro, vizir, ou qualquer tipo de braço direito nesse estilo, pode começar a desconfiar: chanceleres, vizires e conselheiros são os primeiros a trair aqueles a quem servem, numa tentativa de tomar o poder (geralmente frustrada, felizmente). Nem todos são assim, mas é bom ficar de olho.

73. Síndrome de Love Hina: Nas histórias de romance, especialmente naquelas com apelo humorístico para a sensualidade, sempre acontece, pelo menos uma vez, de um casal cair junto no chão, com o rapaz sobre a menina, numa posição para lá de sugestiva. Depois da parada crítica na cena, só depende da garota se o rapaz vai se dar bem ou sair ferido. O nome, claro, inspira-se em uma série que usa muito disso.

74. Síndrome do amor através do oriente: Coincidência ou não, combinações de casais orientais de determinadas nacionalidades estão se tornando uma constante. Nas histórias mais recentes, tudo quanto é garoto de Hong Kong tem uma queda por garotas japonesas. As chinesinhas geralmente gostam de japoneses, também. E isso é só o começo. Afinal, todo mundo que vai para o Japão parece gostar de alguém por lá...

75. Síndrome da lenda local: Qualquer que seja a terra longínqua, ela sempre terá uma lenda sobre sua salvação, ou sobre sua destruição. Geralmente, essa lenda costuma mencionar heróis incomuns e perigos incomparáveis e, por uma "incrível coincidência", costuma ter algo a ver com o protagonista ou o núcleo principal de mocinhos.

76. Síndrome da sincronização: Não é de hoje que personagens de anime pilotam ou tornam-se um com mechas, criaturas mágicas ou coisas do gênero. Muito comum, também, é o piloto/mestre acabar sentindo o que seu aliado sente, principalmente a mesma dor. Varia de uma caso para o outro se o oposto também se aplica.

77. Síndrome da equipe na medida: Quando um grupo ou equipe constutui-se de números iguais de homens e mulheres, é bem provável que, ao final da história, cada homem do grupo tenha ficado com uma mulher do mesmo grupo, fechando casais. Caso sobre alguém, ou esse alguém é o protagonista (que tem que passar mais trabalho para conseguir um par) ou é o azarado do grupo sendo comicamente explorado (de novo). Às vezes, as duas coisas.

78. Síndrome do mascarado misterioso: Em muitas histórias, proliferam-se os sujeitos misteriosos que usam máscaras. Surgem do nada, fazem sua entrada triunfal e desaparecem com a mesma facilidade que chegaram. Assim tão sorrateiros, geralmente dão bons ladrões, embora nem sempre o sejam. Para aqueles que querem bancar os bonitões, o mais comum é usar um belo traje de gala...

79. Síndrome da palavra de vilão: Seqüência clássica e muitas vezes irritante, na qual o vilão promete soltar alguém se o herói lhe entregar alguma coisa. O mocinho sempre confia e entrega o que o vilão pede, mas este não cumpre a promessa. Ao ser lembrado de que deu sua palavra, o vilão simplesmente diz: "Eu menti!".

80. Síndrome da citação repetida: Sempre que um vilão usar uma frase de efeito em uma cartada maléfica, o mocinho repetirá, ironicamente, a mesma frase ao conseguir vencê-lo.

81. Síndrome do banheiro inexistente: Nenhum personagem nunca vai ao banheiro no meio de uma luta ou algo importante. Às vezes, eles não vão no banheiro NUNCA! (Enviada por Aoki Senshi).

82. Síndrome do garoto sortudo: Geralmente os garotos têm a sorte de vivenciar as seguintes situações:
a. Acidentalmente ficar cercado por garotas;
b. Ver garotas nuas com facilidade;
c. Encontrar a garota perfeita, que geralmente já gosta dele (ou acaba gostando...);
d. Beijar acidentalmente alguém, ou agarrar os seios de uma garota, mas nunca com a real culpa ou intenção.
Por algum motivo as mulheres nunca têm a mesma sorte...
(Enviada por Aoki Senshi).

83. Síndrome da aparência extrema: Geralmente um anime pode ter três tipos de vilões:
a. Bonitões meeeeesmo: São o tipo irresistível pelo qual todo mundo se apaixona (até a mocinha, se ela for bobinha...).
b. Feiosos demaaaaaais: Com o rosto feio, ou cara de idiota. Geralmente são deformados ou têm cara feia por natureza.
c. Mulheres peitudas: As vilãs têm sempre peitos grandes (grandes, não... GIGANTESCOS!) e que estão sempre balançando ao mínimo movimento! Elas seguem um tipo clássico de personalidade: taradas e pervertidas.
(Enviada por Aoki Senshi).

84. Síndrome da risada maléfica: Os vilões estão sempre rindo, e geralmente as risadas são tão maléficas quanto seus donos. Não, um vilão não pode rir um "Hihihi!" ou um "Hahaha!"... eles sempre rirão um "HUAHAHAHAHAHAHAHA!!!!" (Enviada por Aoki Senshi).

85. Síndrome da volta: Os vilões, à beira da morte (ou depois de morrerem mesmo... ¬.¬), sempre dizem um "Eu voltarei!" ou um "Você ainda vai pagar por isso!". O pior que esse tipo de promessa geralmente se consuma... (Enviada por Aoki Senshi).

86. Síndrome dos casais de fim: Em qualquer anime, nem que seja só no episódio final, existe pelo menos um casal formado. Pode haver, ainda, a declaração de sentimentos quando se está à beira da morte, cena geralmente comovente. Infelizmente, nem sempre a pessoa morta ressuscita... (Enviada por Aoki Senshi).

87. Síndrome do flashback padrão: Qualquer flashback que envolva lembrança de alguém que está distante, partiu ou morreu, tem como som de fundo risadas ou frases do tipo: "Venha, vamos lá!" e coisas asssim. Aonde esse pessoal vai é outra história... (Enviada por Aoki Senshi).

88. Síndrome do desastre de declaração: Sempre que alguém está para confessar seu amor (depois de muita hesitação), algo interrompe. É ainda pior quando a pessoa passa um tempão planejando a situação...

89. Síndrome do falso beijo: Uma incrível série de equívocos, na qual duas pessoas estão de tal maneira que, do ponto de vista de uma terceira pessoa, parece que as duas primeiras estão se beijando. Claro que essa pessoa que viu e se enganou provavelmente gosta de uma das outras duas, e vai sair dali totalmente abalada, furiosa ou... as duas coisas. Apesar disso, as coisas geralmente se acertam depois.

90. Síndrome das carteiras de escola: As carteiras da sala de aula do protagonista e/ou outro personagem de grande importância estão sempre estrategicamente dispostas, de maneira a sempre sobrar somente um lugar vago. Quando um novo aluno chega na turma, ele sempre vai se sentar na carteira imediatamente à frente, ao lado ou atrás de um personagem importante para a história.

91. Síndrome do primeiro passeio real: É muito comum existirem príncipes, princesas e similares que são proibidos de pisar o pé fora dos limites do castelo/palácio. Mas a curiosidade sempre fala mais alto, então eles eventualmente sairão escondidos algum dia. Na primeira vez em que isso acontecer, é comum que eles cometam alguns deslizes, como pegar algo numa loja e não pagar por mera falta de costume. Nesses momentos é que aparece algum plebeu para livrar sua pele...

92. Síndrome da reunião feminina: É comum que exista um episódio ou mesmo uma cena nos animes na qual as personagens femininas se reúnem e discutem trivialidades. Incrível como, entre um assunto e outro, elas sempre acabam comparando seus... hã... "atributos"...

93. Síndrome de "Verdade ou Conseqüência": Mais de fanfics do que de animes em si, mas, ainda assim, um clichê daqueles! Quando existe um casal mal-resolvido na história, a brincadeira sempre acaba em confissão, beijo entre eles ou algo assim. Não importa o que aconteça, mas eles acabam obrigados a resolver a situação rapidinho...

94. Síndrome do garoto em fuga: Tipo comum em animes, especialmente (mas não exclusivamente) nos shoujo. Sempre existe o garoto tímido com sua paixão secreta. Ele quer porque quer contar tudo de uma vez, mas a coragem sempre falta na última hora, e ele sai correndo, seja de medo ou de confusão.

95. Síndrome da peça de teatro: Quando os personagens principais de uma história são estudantes, sempre participam de uma peça de teatro. O mocinho é sempre o príncipe, e a mocinha, sempre a princesa, de modo que a interpretação fica mais... hã... "realista". Claro que existem variações... ELE pode ser a princesa...

96. Síndrome da bela vista: Nos primeiros episódios / capítulos de uma história, quando os personagens principais mal começaram suas aventuras, o aspirante a casal aparece junto em uma situação rotineira, até que, propositalmente ou mesmo por sorte, o garoto acaba vendo a calcinha da menina. Comentários sobre ela ser de uma certa cor (geralmente branca) são comuns, mas não regra. Mas isso é o de menos. De qualquer modo, o garoto apanha...

97. Síndrome da montanha em farelos: Sempre que alguém está escalando uma montanha, uma pedra solta e a pessoa cai. Simples assim.

98. Síndrome do fim de abertura: Em muitos dos animes por aí, principalmente nos de aventura com vários personagens, a cena final da abertura é uma imagem com todo mundo do "time dos mocinhos", ficando o protagonista no meio. Ninguém se mexe... no máximo, o protagonista muda de pose...

99. Síndrome da pelúcia coletiva: Personagens inteligentes, porém não-humanos (como animais falantes, por exemplo), quando precisam andar em um transporte coletivo, fingem-se de bichinhos de pelúcia. O caso é que sempre chamam a atenção mesmo assim, e sempre vai ter uma criança pestinha cutucando e puxando os coitados, que, irritados, causam situações geralmente cômicas.

100. Síndrome do amor além da vida: Era uma vez, um casal perfeitamente feliz, até que a garota morre. O homem sofre com a perda de sua amada, não supera e muitas vezes enlouquece. Mas, geralmente, sempre acaba descobrindo uma maneira de, talvez, trazê-la de volta,, custe o que custar. Esses caras geralmente se tornam vilões...

101. Síndrome da inconsciência estratégica: Geralmente combinada com a "Casa do Cupido - Enfermaria" (38b). Aproveitando que a pessoa está desacordada, alguém lhe confessa os sentimentos mais profundos. No entanto, em muitos casos, a pessoa não está tão inconsciente assim...

102. Síndrome da espada quebrada: Em certo ponto da história, o herói tem sua espada quebrada. E dá-lhe saga paralela para reforjar ou arranjar outra...

103. Síndrome de Goku e Vegeta: Clássica rivalidade entre um dos mocinhos (geralmente o protagonista) e um cara que quer mostrar pra todo mundo que é mau até a raiz. No começo, é o que parece, mesmo, e os dois são inimigos. Mas o tempo passa, e o rival malígno pode admitir derrota, ou até mesmo se tornar amigo do outro (embora, publicamente, não admita isso de jeito nenhum!). Nome em homenagem a um exemplo típico.

104. Síndrome da boa lembrança: Sempre existe uma pessoa gentil e boazinha nos pensamentos mais profundos das almas mais atormentadas. Geralmente, em momentos críticos da batalha, um de seus adversários pode, acidentalmente, trazer essas lembranças à tona. Isso, geralmente, deixa o atormentado ainda mais atormentado...

105. Síndrome da bela dupla: Cada vez mais comum. O personagem masculino bonito e assediado da história provavelmente tem um irmão igualmente bonito e potencialmente assediável. Geralmente, ambos são parecidos, mas se a relação entre eles é de amizade ou de profundo ódio, cada história dirá.

106. Síndrome do torneio: Se os personagens da história têm uma mínima habilidade com luta, pode acreditar que, por algum motivo, haverá um torneio entre eles. Algumas lutas são bastante emocionantes e indispensáveis para a história, enquanto outras simplesmente acontecem para fazer a gente rir. E, às vezes, até as duas coisas.

107. Síndrome do capacete: Nos animes em que heróis vestem armaduras com capacete, ele é sempre a primeira parte da armadura a ser arrancada em uma batalha. (Enviada por "Makibara").

108. Síndrome da viagem espacial forçada: Quando o herói percebe que não tem chance de ganhar do vilão, pode acontecer de ele pegá-lo pelas costas e levá-lo para o Espaço, para os dois morrerem juntos. Pode acontecer também com um vilão, quando enfrenta outro vilão mais poderoso. (Enviada por "Makibara").

Fonte.

O que foi que eu fiz?



Sim, eu ri neste vídeo.

10 mandamentos para ser crítico

1. Leia O imperador do vinho, de Elin McCoy, a biografia do americano Robert Parker.
2. Saiba que esse talvez seja o exemplo máximo de crítico bem-sucedido no mundo de hoje – rico de fato, influente de fato, uma presença de fato essencial em seu meio.
3. Prepare-se para uma atividade enfadonha e mal-remunerada. Você lerá só por obrigação. Nunca mais irá atrás de um livro indicado por um amigo.
4. Não se preocupe. Há muitos truques para encher essas páginas em branco. Se você quer desancar um livro e não sabe como, recorra a alguns adjetivos algo abstratos em se tratando de literatura, mas ainda assim úteis numa resenha. Argumente que o autor não explora suficientemente os conflitos de sua obra. Outros chavões sempre à mão: excesso de objetividade,excesso de subjetivismo, excesso de frieza, excesso de dramaticidade. A categoria das “idéias fora de lugar”, deslocada de seu contexto original, também ajuda bastante.
5. Se você quer elogiar um livro que acha ruim há dois recursos clássicos:
a) em relação à prosa desagradável, escatológica e/ou ilegível, diga que ela reproduz o incômodo e a irredutibilidade de sentidos do mundo contemporâneo;
b) em relação à trama caótica e fragmentária, quando não se entende o que é início, o que é fim e do que é mesmo que estamos falando, afirme que a maçaroca reproduz, como uma “metáfora estrutural”, o caos fragmentário da sociedade pós-industrial.
6. Mas se, por um desses acasos raros, você está decidido a realmente dizer o que pensa, há também dois caminhos a seguir. O primeiro é confiar cegamente nos seus juízos pessoais, não temendo a exposição de seus preconceitos íntimos em público.
7. O segundo caminho é considerar-se portavoz de um “sistema”, para o qual são válidas mesmo obras que não são do seu agrado (por questões sociológicas, por exemplo). Mas há boas probabilidades de você ser visto como um crítico sem alma, sem coragem, sem graça.
8. É inevitável que você seja desprezado. Todos dirão que seu desejo secreto era ser ficcionista ou poeta!
9. Você será odiado! Pelos autores que você desanca. Pelos autores que você ignora. Pelos autores que você elogia (os motivos serão sempre os errados, na opinião deles). Pelos outros críticos. Por boa parte do público, mesmo por aquele que o lê com freqüência.
10. Mas se, apesar de tudo isso, você ainda insiste em abraçar a profissão, é bom se perguntar o motivo.

Fonte: Entre Livros

10 mandamentos para ser escritor

1. Não fique mandando seus originais para todo mundo. Não fique a vida inteira escrevendo apenas para uma pessoa. Publique na internet, mas cuidado para não incomodar as pessoas, enviando mensagens e avisos para que leiam você.
2.Publique seus textos em sites e blogs e deixe que sigam o rumo deles.
3. Todo texto escrito na internet sonha um dia virar livro. Sites e blogs são etapas, exercícios de aquecimento. Só o livro impresso dá status autoral. Quando tiver mais de dois gigas de textos literários está na hora de publicar um livro.
4. Revise o que escreveu. Considere apenas uma pequenina parte de toda a sua produção inicial, e invista na revisão dela, sabendo que revisar é cortar.
5. Gaste todo seu dinheiro extra em cerveja, viagens, restaurantes e não pague a publicação do próprio livro.
6. Nunca peça a ninguém para indicar o seu livro a uma editora.
7. Mande seu livro a todos os concursos possíveis e a editoras bem escolhidas, pois cada uma tem seu perfil editorial.
8. Não force os amigos e conhecidos a escrever sobre seu livro
9. Nunca passe recibo às críticas negativas. Ao publicar você se torna uma pessoa pública. E deve absorver todas as opiniões, inclusive os elogios equivocados.
10. Evite reclamar de sua editora.

Fonte: Entre Livros

10 mandamentos para ser leitor

1. Nunca leia por hábito: um livro não é uma escova de dentes.
2. Comece a ler desde cedo, se puder. Ou pelo menos comece.
3. Nunca leia sem dicionário.
4. Perca menos tempo diante do computador, da televisão, dos jornais e crie um sistema de leitura, estabeleça metas.
5. Faça do livro um objeto pessoal, um objeto íntimo. O livro vai com você ao banheiro e à cama. Vai com você de metrô, de ônibus, e de táxi. Vai com você para outros países. Há apenas duas regras básicas: use lápis; e não empreste.
6. - Não se deixe dominar pelo complexo de vira-lata. Leia muito, leia sempre a literatura brasileira. Ela está entre as grandes.
7. Prefira a literatura brasileira, mas faça viagens regulares. Leia livros de outras culturas e outras épocas.
8. Tente evitar a repetição dos mesmos gêneros, dos mesmos temas, dos mesmos estilos, dos mesmos autores. Um bom livro tem de ser inteligente, bem escrito e capaz de provocar alguma espécie de emoção.
9. Não tenha pena de abandonar pelo meio os livros desinteressantes. Só não diga que um livro é ruim antes de ler pelo menos algumas linhas: nada pode ser tão estúpido quanto o preconceito.
10. Se não gostar de um clássico, não se sinta menos inteligente. Não leve nenhum deles a sério; não leve a literatura a sério; não leve a vida a sério.

Fonte: Entre Livros

Dicas para se evitar o mau hálito

  • Tratamento odontológico para remoção de cáries;
  • Escovar os dentes;
  • Passar fio dental nos dentes;
  • Limpar a língua;
  • Reduzir a ingestão de substâncias gordurosas como queijos amarelos e carnes;
  • Evitar alimentos aromáticos como alho, cebola e ovo;
  • Comer de três em três horas;
  • Beber bastante água;
  • Ingerir alimentos “detergentes”, como maçã, laranja, abacaxi cenoura, que “varrem” a parte superior da língua e do esôfago, evitando a retenção de restos alimentares no órgão.

    É, tem gente que eu conheço que precisa seguir essas dicas. :X

Fonte: CyberDiet

O Cachorrinho

Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção. Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los. Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

- Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!
O tigre pára bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho, e no caminho vai pensando:

"Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!"

Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado. O tigre, furioso, diz:

- Cachorro maldito! Vai me pagar!
O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

"Ah, macaco traidor! O que faço agora?"- pensou o cachorrinho.
Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

- Macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer um outro tigre e ele ainda não voltou!